Para colocar um fim ao processo de degradação da cidade, a prefeitura desenvolveu, em parceria com a sociedade civil, o projeto Ação Centro. Segundo a Emurb, a previsão é de que sejam investidos US$ 168 milhões até 2008, dos quais US$ 100 milhões financiados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). De 2001 até 2003, foram aplicados R$ 85 milhões.
Entre as obras, está prevista a restauração da fachada do Edifício Martinelli, o primeiro arranha-céu de São Paulo, a reforma da área que fica entre a Estação e o Parque da Luz, que será transformada em uma grande praça fechada, a restauração do Mercado Municipal, que ganhará um mezanino interno para restaurantes, a recuperação da Biblioteca Mário de Andrade, a segunda maior do país, e a criação de um café no local, além da recuperação da Casa da Marquesa dos Santos, o Beco do Pinto e a Casa Número 1. Além disso, a prefeitura planeja criar um novo museu na região central: o Museu da Cidade, no Palácio das Indústrias.
A recuperação de praças também faz parte do projeto e já começou. A Praça Patriarca teve seu terminal de ônibus removido e o piso de mosaico português foi refeito. Em breve, o Corredor Cultural, que inclui a Rua Xavier de Toledo, a praça Dom José Gaspar - que fica em frente à Biblioteca Mário de Andrade - e a Praça Ramos, ganhará novo piso, nova iluminação e paisagismo. As praças da Sé, da República e Roosevelt e o Largo do Arouche também sofrerão intervenções.
Os corredores de ônibus do Centro passarão por obras. Na Avenida Nove de Julho, um dos pontos mais degradados da cidade, elas começaram no dia 9 de setembro de 2003. O corredor deixará de existir para a implantação do Passa Rápido. Entre as mudanças, está a troca das muretas por faixas pintadas no asfalto, a mudança dos pontos de parada para o canteiro central - os ônibus ganharão portas à esquerda. A avenida também passará por um trabalho de recuperação asfáltica e paisagística. E vem muito mais por aí. São Paulo merece.
Entre as obras, está prevista a restauração da fachada do Edifício Martinelli, o primeiro arranha-céu de São Paulo, a reforma da área que fica entre a Estação e o Parque da Luz, que será transformada em uma grande praça fechada, a restauração do Mercado Municipal, que ganhará um mezanino interno para restaurantes, a recuperação da Biblioteca Mário de Andrade, a segunda maior do país, e a criação de um café no local, além da recuperação da Casa da Marquesa dos Santos, o Beco do Pinto e a Casa Número 1. Além disso, a prefeitura planeja criar um novo museu na região central: o Museu da Cidade, no Palácio das Indústrias.
A recuperação de praças também faz parte do projeto e já começou. A Praça Patriarca teve seu terminal de ônibus removido e o piso de mosaico português foi refeito. Em breve, o Corredor Cultural, que inclui a Rua Xavier de Toledo, a praça Dom José Gaspar - que fica em frente à Biblioteca Mário de Andrade - e a Praça Ramos, ganhará novo piso, nova iluminação e paisagismo. As praças da Sé, da República e Roosevelt e o Largo do Arouche também sofrerão intervenções.
Os corredores de ônibus do Centro passarão por obras. Na Avenida Nove de Julho, um dos pontos mais degradados da cidade, elas começaram no dia 9 de setembro de 2003. O corredor deixará de existir para a implantação do Passa Rápido. Entre as mudanças, está a troca das muretas por faixas pintadas no asfalto, a mudança dos pontos de parada para o canteiro central - os ônibus ganharão portas à esquerda. A avenida também passará por um trabalho de recuperação asfáltica e paisagística. E vem muito mais por aí. São Paulo merece.












