A Segunda Guerra e a decadência econômica

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O Museu de Arte de São Paulo Foto: Reinaldo Marques/Redação Terra

O Museu de Arte de São Paulo
17 de dezembro de 2003
Foto: Reinaldo Marques/Redação Terra

Flávia Mangini
Veio então, a segunda grande guerra. São Paulo, que era a maior concentração de imigrantes no Brasil, sofreu com a entrada do país no conflito. Mas, com o fim da guerra, nossos museus ganharam destaque, como o Masp (1947) e o MAM (1948).

Ao completar 400 anos, São Paulo ganhou dois dos pontos turísticos mais bonitos da cidade: o Parque do Ibirapuera e a Catedral da Sé, onde está localizado o marco zero da cidade. É a partir deste ponto que são calculadas todas as distâncias de São Paulo. Na mesma época, grandes montadoras de veículos começaram a surgir na cidade, dando ainda mais sinais de que a cidade de barro nunca mais seria a mesma.

Veio a ditadura e os conflitos entre militares e ativistas. O mais conhecido deles entre estudantes do Mackenzie e da USP, na Rua Maria Antonia. O jornalista Vladimir Herzog foi assassinado. Em 1984, cerca de 300 mil pessoas lotaram a Praça da Sé para pedir as "Diretas Já!" para presidente.

Na segunda metade do século 20, a economia de São Paulo já era mais serviços do que indústria. E assim é até hoje. Mas, com o passar dos anos, não foi apenas a economia paulistana que sofreu um processo de decadência se comparada à época do café. Um pouco da história da cidade foi ficando manchada não apenas pela ação do tempo, mas também com o vandalismo, as crises econômicas e problemas políticos. Mas, aos 450 anos, São Paulo começa a dar a volta por cima, com projetos como a revitalização do Centro histórico e a cada vez a mobilização cada vez maior dos paulistanos em busca de uma qualidade de vida e uma cidade melhores.
Redação Terra
  1. Enquanto o mundo está em guerra, São Paulo não pára de crescer. Nos anos 40, constrói-se o Edifício do Banespa. À direita, a imponência do Edifício Martinelli. Imagem do acervo da Biblioteca Mário de Andrade.
    18 de dezembro de 2003 • 11h11
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  2. A Catedral da Sé ainda em construção, em 1939, quando começava a Segunda Guerra Mundial e a cidade iniciava um novo ciclo econômico. Imagem do acervo da Biblioteca Mário de Andrade.
    18 de dezembro de 2003 • 11h11
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  3. Remodelação da Praça da Sé, com a Catedral em construção (ao fundo), em 1952. A cidade se preparava para as comemorações dos 400 anos. Imagem do acervo da Biblioteca Mário de Andrade.
    18 de dezembro de 2003 • 11h11
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  4. O Marco Zero da cidade de São Paulo, na Praça da Sé. A cidade crescia para comemorar os 400 anos de fundação, em 1954. Imagem do acervo da Biblioteca Mário de Andrade.
    18 de dezembro de 2003 • 11h11
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  5. A vista do centro da cidade começa a ser marcada pelos arranha-céus. Nos anos 30, é construído o Edifício Martinelli. Imagem do acervo da Biblioteca Mário de Andrade.
    18 de dezembro de 2003 • 11h11
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  6. Os paulistanos ganham um Parque do Ibirapuera remodelado em 1952. Imagem do acervo da Biblioteca Mário de Andrade.
    18 de dezembro de 2003 • 11h11
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  7. O Parque Infantil Ibirapuera em 1953, quando a cidade vivia um novo ciclo de crescimento. Imagem do acervo da Biblioteca Mário de Andrade.
    18 de dezembro de 2003 • 11h11
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