Vista do Viaduto Santa Ifigênia em construção
17 de dezembro de 2003
Foto: Divulgação
Paralelamente, crescia o movimento operário, liderado sobretudo pelos italianos e em 1917 São Paulo viveu seus primeiros dias de greve.
A guerra acabou e os paulistanos caíram na farra. Conheceram os prazeres da dança, das corridas de carros, dos jogos de futebol e do carnaval. Em 1922, São Paulo sediou a Semana de Arte Moderna, no Theatro Municipal. A identidade nacional estava na moda. À frente do movimento nacionalista, Oswald e Mário de Andrade.
A crise de 1929 devastou a economia paulistana sustentada pelo café e a Revolução Constitucionalista provocou novas mudanças na cidade. O Mercado Municipal, obra do arquiteto Ramos de Azevedo, começou a ser construído em 1928, mas só foi inaugurado em 25 de janeiro de 1933. A obra foi concluída em 1932, época em que estourou a revolução. O mercadão foi usado para guardar armas.
Getúlio Vargas, empossado na Revolução de 30, era criticado. A Pinacoteca teve seu prédio danificado pelos manifestantes. Mas São Paulo era uma cidade valente. Continuou a crescer e, em 1933, foi fundada a Universidade de São Paulo (USP), a primeira do Brasil.

















